domingo, 31 de outubro de 2010

FUNDIÇÃO


“Frayed” [Puída] de Tommy Ton na Paris Fashion Week in Jak e Jil blog, 17 de outubro de 2010.

Barra mansa.

sábado, 30 de outubro de 2010

SIDERÚRGICA


Angel por Robert Longo in “Balcony” [Sacada], 2008, Nova Iorque.

Volta redonda.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

DOBRA

Obra de Amilcar de Castro, sem título, 1985. Aço, 110x250x250 cm., aquisição Reitoria USP no Jardim de Esculturas do Museu de Arte Contemporânea, MAC, da USP, Universidade de São Paulo.

“Diante das peças de Serra, a própria arquitetura, praça ou rua que as abriga parece frágil, recente, feita de papelão, e o mundo estranhamente ameaçado, como o próprio eixo vertical-horizontal do espectador. São artefatos pré ou pós-históricos, capazes de abalar a orgulhosa auto-suficiência do capitalismo tardio. Por isso são muros de ferro, apoiados na própria curvatura ou na parede que os abriga, obstaculizando o trajeto e a vista do público. Em Amilcar, ao contrário, é a dobra (e a fissura) o eixo de tudo – é ela quem põe a peça de pé (espécie de enigma primário de toda escultura), e é ela também quem deixa o mundo entrar, multiplicando as vistas para quem percorre o trabalho. A dobra, a partícula de conexão, está no centro do pensamento de Amilcar, que opera assim a partir de uma espécie de troço primal, de “sono rancoroso do minério” [verso de Carlos Drummond de Andrade], que no entanto se parte e se oferece a uma gramática [referência a Ronaldo Brito, “Tempo e Espaço” in Amilcar de Castro, São Paulo, Takano editora, 2001]. É este desdobrar da peça em mundo, este ir-e-vir da opacidade do peso à transparência do vão, que está no centro da poesia de Amilcar. Estes dois momentos aparecem, nas peças de corte-e-dobra, equilibrados numa tensão sóbria que as peças de corte reduzirão depois ao mínimo, transformando os vazios do primeiro grupo de trabalhos em fissuras, rebarbas onde a luz, mais do que a vista, penetrará.”

Nuno Ramos em “O Ferro Futuro (Amilcar de Castro)” in Ensaio Geral. São Paulo: Globo, 2007, p.168.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

TÊMPERA

Detalhe de uma das cinco esculturas em aço que compõem “Wake” [Despertar] de Richard Serra in Seattle Art Museum’s Olympic Sculpture Park, Estados Unidos.

Asso.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O LEÃO DE CARAZINHO

Fonte: Zero Hora, 26 de outubro de 2010.

Fera ferida.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

FERRARIA

“Truck Part” [Pedaço de Caminhão, o que em português pode virar caminho, quantidade, veículo] de Irving Penn, Nova Iorque, 1980, no anúncio de sua exposição na galeria Pace/MacGill, Nova Iorque in The New Yorker, 1º. de novembro de 2010. © The Irving Penn Foundation.

Com fusão.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

COM O PÉ QUE É UM LEQUE

Nahla por Paul Barbera, Bósnia, em 22 de fevereiro de 2010.

domingo, 24 de outubro de 2010

LETRA

“Retângulo e Círculo” de Kazimir Malevich, 1915, Kiev, Moscou, Vitebsk, Petrogrado, São Petersburgo.

De Bob para Charlotte: iremos.

sábado, 23 de outubro de 2010

SUBSTANTIVO


“La Crue” [a elevação, o crescimento, o transbordo, a cheia] de Stéphane Thidet, 2010. Fotografia-cortesia da Galerie Aline Vidal, Paris.

De Charlotte para Bob: remos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

SUBJUNTIVO

Templo Meiji em Tóquio, 1952 por Werner Bischof.

De Bob para Charlotte: moremos.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

TRADUÇÃO

Fotografia de Robert Rauschenberg.

De Charlotte para Bob: nothing more.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

LOST IN TRANSLATION

“More than this, you know there’s nothing”,
de Bob (Bill Murray) para Charlotte (Scarlett Johansson), em um caraoquê de Tóquio in Lost in Translation [“Encontros e Desencontros”] de Sofia Coppola, 2003.