“Anvil” [bigorna] por Harold Ross, no Hagley Museum and Library, em Wilmington, Delaware, em 29/5/2008.A bigorna, minha ferramenta,
para as artes e os ofícios.
Para as artes,
azartes, az-zahr.
Em árabe, flor.
Ofício de tradutor.
“Anvil” [bigorna] por Harold Ross, no Hagley Museum and Library, em Wilmington, Delaware, em 29/5/2008.
Barbara Hepworth por Jorge Lewinski/The Lewinski archive at Chatsworth in “Barbara Hepworth: Queen of the Stone Age” de Jonathan Jones in The Guardian, 2/5/2011.
Fotografia de T Colla.
Escultura de Barbara Hepworth em frente ao museu The Hepworth Wakefield inaugurado em 21 de maio, em Yorkshire, Inglaterra. Fotografia de Sarah Lee in The Guardian, 19/5/2011.
“Torse de jeune fille [I]” [Torso de uma jovem] em ônix por Constantin Brancusi, em 1922. Harvard Art Museums, Fogg Art Museum, Cambridge, the Louis Orswell Collection, 1998. Fotografia President and Fellows of Harvard College/Junius Beebe.
“Olson” em aço por Richard Serra, em 1986. Exibição na Fundação Beyeler, Riehen/Basel, Suíça. Coleção do artista. Fotografia de Lorenz Kienzle.
“Love Bug” de Michael Dweck no belíssimo “The End: Montauk, N.Y.”, publicado por Harry N. Abrams, New York, 2004.
Líbios inspecionam um F-15 norte-americano que caiu em Bu Mariem. Fotografia de A.Niedrighaus/AP in El País, 23/3/2011.
Fonte: fotografia de Kisaí Mendoza in primeira página do El Universal de Caracas, Venezuela, em 26 de janeiro de 2011.
Fonte: Gênesis, livro 4, versículo 22 in Vulgata, Bible Study Tools.
Fonte: Bíblia italiana traduzida por Giovanni Diodati em 1649, Bible Study Tools.
Fonte: Irene Maria Scalise in La Repubblica, 19 de novembro de 2010.“Perguntas de um trabalhador que lê – Bertolt Brecht (1939)
Quem construiu a Tebas de sete portas?
Nos livros estão nomes de reis.
Arrastaram eles os blocos de pedra?
E a Babilônia várias vezes destruída –
Quem a reconstruiu tantas vezes? Em que casas
Da Lima dourada moravam os construtores?
Para onde foram os pedreiros, na noite em que a Muralha da China
ficou pronta?
A grande Roma está cheia de arcos do triunfo.
Quem os ergueu? Sobre quem
Triunfaram os Césares? A decantada Bizâncio
Tinha somente palácios para seus habitantes? Mesmo na lendária
Atlântida
Os que se afogavam gritaram por seus escravos
Na noite em que o mar a tragou.
O jovem Alexandre conquistou a Índia.
Sozinho?
César bateu os gauleses.
Não levava sequer um cozinheiro?
Filipe da Espanha chorou, quando sua Armada
Naufragou. Ninguém mais chorou?
Frederico II venceu a Guerra dos Sete Anos.
Quem venceu além dele?
Cada página uma vitória.
Quem cozinhava o banquete?
A cada dez anos um grande homem.
Quem pagava a conta?
Tantas histórias.
Tantas questões.”
Bertolt Brecht traduzido por Paulo César de Souza in Bertolt Brecht – Poemas 1913-1956. São Paulo: ed. 34, 6ª. ed., 2001, p. 166.


Obra de Amilcar de Castro, sem título, 1985. Aço, 110x250x250 cm., aquisição Reitoria USP no Jardim de Esculturas do Museu de Arte Contemporânea, MAC, da USP, Universidade de São Paulo.
Detalhe de uma das cinco esculturas em aço que compõem “Wake” [Despertar] de Richard Serra in Seattle Art Museum’s Olympic Sculpture Park, Estados Unidos.