
Há uma fractura en la Panamericana. Há uma fenda lá, há uma brecha, há talisca – ai odalisca – na Panamericana. E quem sou aí? Este ônibus, à la kombi da pequena miss Sunshine, pela rodovia? A casa, dependurada, à margem da Panamericana, terceira margem? O morro, eu-morro? Esse Pan, um pão, deus imortal? O passageiro, pés furados, à caminho? A greta, grito, partida estrada, um bom partido? Há uma fratura. Aqui.
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